A arte sempre fez parte da vida em Embu das Artes. Os padres jesuítas que colonizaram a antiga aldeia de M'Boy já se expressavam pela arte, nas pinturas e esculturas que usavam para catequizar os índios. Uma mostra desse legado está no Museu Jesuíta de Arte Sacra, construído entre os séculos 17 e 18.
Caminhando pelas ruas de paralelepípedo é possível perceber que esse caráter histórico, legitimamente brasileiro, foi se consolidando com o passar do tempo, até que aqui se instalou o movimento artístico, no início da década de 1960.
A Estância Turística de Embu representa um importante recanto da região da Grande São Paulo, dedicado à preservação dos recursos naturais, pois abriga mananciais na maior parte do território. Quem visita a cidade tem muito mais do que um lugar agradável para passear no fim de semana, com bom clima e atrativos da culinária de norte a sul do Brasil.
A Aldeia do M'Boy, “cobra grande” em tupi-guarani, surgiu entre 1555 e 1559. Em 1624, o casal Fernão Dias e Catarina Camacho doou as terras do lugarejo à Companhia de Jesus, com a condição de que os jesuítas devotassem a Nossa Senhora do Rosário e organizassem uma festa de adoração à Santa Cruz. Na segunda metade do século XVII, o jesuíta Belchior de Pontes comandou a construção da igreja e residência, que atualmente é o Museu de Arte Sacra, no Centro Histórico da cidade. Em 1920, Embu recebeu um de seus maiores expoentes, o pintor Cássio M´Boy. Nos anos seguintes, mais artistas chegaram à cidade: Assis do Embu, mestres Sakai e Gama, Solano Trindade e Ana Moysés, entre vários outros. Eles ajudaram a fundar, em 1969, a feira de Embu das Artes, conhecida nacional e internacionalmente.
Informe-se mais no Centro de Atendimento ao Turista (CAT), Largo 21 de Abril, 139, Centro Histórico, telefone 11 4704-6565